Como escolher uma escola para seu filho - Diário de Santa Maria

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Coluna Vida e Saúde 13/11/2017 | 15h35Atualizada em 13/11/2017 | 17h04

Como escolher uma escola para seu filho

Colunista fala sobre critérios como infraestrutura, valores e localização na hora de escolher onde matricular os filhos

Não existem pais perfeitos, assim como não existe escola perfeita. Começo o texto com uma frase óbvia, mas extremamente real. É um tanto constrangedor tocar no assunto em época de greve no magistério estadual. Porém, tenho conversado com alguns pais cheios de dúvidas e em busca de escolas particulares para seus filhos, pequenos e grandes. 

Foto: Pixabay

Muitos pais têm mudado os filhos de escola da mesma maneira como trocam de carro. Porém, fora casos pontuais, os critérios de escolha são determinantes para minimizar erros e evitar o troca-troca de instituições de ensino, que, em vários casos, podem ser difíceis ou traumáticos para os envolvidos.

Temos de dialogar sobre gênero

Dentro dessa lógica, acredito que pagar uma escola é um gasto, sim, – que depende de cada orçamento familiar – mas também um investimento para a vida dos pequenos.

E como definir a melhor escola para o filho? Os critérios variam conforme a família. Posso fazer um corte aqui e revelar os principais pontos que motivaram a escolha minha e do meu marido pela escola frequentada pelos nossos dois filhos. Alguns fatores influenciaram na nossa decisão. 

Um dos primeiros foi o conhecimento prévio a respeito da instituição. Estudamos no colégio, mas muita coisa mudou com o passar dos anos. Em uma avaliação superficial, considero que decaiu em questões relacionadas à disciplina e ao conteúdo. Porém, a infraestrutura melhorou e há alguns professores que são inspiradores. Além disso, o colégio está buscando melhorar algumas lacunas na formação geral e no método de ensino. Tenho uma relação de confiança com a escola, mas não de cegueira. 

Como dar aula nos dias atuais?

O fator localização, por estar relativamente perto de casa e do trabalho, também contou. A proposta pedagógica alicerçada no "Educar para o Pensar" foi a que mais nos instigou a bater o martelo sobre a escola. Queremos um colégio conteudista, mas também humanista. Em um viés particular, consideramos que até a quarta ou quinta série, não é necessário um excesso de preocupação com o conteúdo. 

Aliada a essas questões, entre outras, os pequenos visitaram previamente a escola e aprovaram a estrutura. 

E lá se vão quase cinco anos de vida escolar da pequena e um ano do pequeno. A melhor maneira de lidar com situações que nos incomodam no ambiente escolar é ter conversas francas e respeitosas com os responsáveis da escola. Também é importante evitar pré-julgamentos ou retransmitir boatarias em grupos de WhatsApp, Facebook, etc.  

Repito, não existe escola perfeita e escolhas podem ser revistas e refeitas ao longo da caminhada, mas o começo deste percurso pode ser fundamental para que as coisas transcorram de maneira clara e tranquila.

Tenho convicção que a melhor herança que deixaremos para os nossos filhos é uma boa educação de casa e formal (das instituições de ensino). Considero que educação e cultura são as maiores riquezas de uma pessoa. Minha meta como mãe é formar cidadãos com valores bem definidos, boa formação técnica e humana, de forma a estarem preparados para encarar as alegrias e as frustrações inerentes a esse ciclo que se chama vida. 

 

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