Professores estaduais aprovam paralisação para quarta-feira - Diário de Santa Maria

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Educação03/03/2017 | 19h58Atualizada em 03/03/2017 | 19h58

Professores estaduais aprovam paralisação para quarta-feira

Categoria regional também aprovou indicativo de greve, que será votado em Assembleia Geral, em Porto Alegre

Professores estaduais aprovam paralisação para quarta-feira Maiquel Rosauro/Divulgação
Assembleia regional, na tarde desta sexta-feira, aprovou indicativo de greve e paralisação na próxima quarta-feira Foto: Maiquel Rosauro / Divulgação

Os professores estaduais do 2º núcleo do Cpers/Sindicato aprovaram paralisação para a próxima quarta-feira, dois dias após o começo das aulas da rede estadual de ensino, marcado para segunda-feira. O assunto foi debatido pela categoria em assembleia, na tarde desta sexta-feira, no Ginásio do Instituto Olavo Bilac. De acordo com a diretora do 2º núcleo, Sandra Regio, cerca de 200 pessoas, entre educadores e funcionários das escolas estaduais de Santa Maria e da Região Central, abonaram a paralisação e o indicativo de greve.

Mas a paralisação total só pode começar oficialmente se aprovada na assembleia geral da categoria, na quarta-feira, às 14h, no Gigantinho, em Porto Alegre. Sandra diz que a expectativa é levar 20 ônibus de Santa Maria para a Capital neste dia.

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A assembleia geral do ano passado resultou em greve de 53 dias da rede estadual gaúcha de ensino. Na época, cinco escolas de Santa Maria e uma de Silveira Martins foram ocupadas por estudantes que elegeram suas próprias reivindicações e também apoiaram o movimento grevista dos professores.

Além de comentar os resultados da assembleia desta sexta-feira, a diretora do 2º núcleo do Cpers adiantou que, no dia 15 de março, uma greve nacional da educação está agendada.

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– Neste dia, a Educação do Brasil vai parar. Pode ser que alguns estados sigam com o movimento grevista após este dia. Talvez a gente até já esteja em greve, depende da assembleia geral – diz Sandra.

MOTIVAÇÃO DA GREVE

Entre as principais exigências da categoria, está o pedido do pagamento do piso nacional do magistério, que é de R$ 2.298, de acordo com Sandra. A professora explica que o salário-base dos educadores no Rio Grande do Sul, atualmente, é de R$ 630 e está defasado em média 82% do valor do vencimento nacional. Com o pagamento do piso do magistério, o salário-base no Estado seria de R$ 1.149.

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Outra reivindicação dos educadores é fim do parcelamento de salários e o pagamento do 13º de 2016, que ainda não foi quitado pelo governo estadual. Sandra ainda diz que o pedido de reposição salarial, de professores e funcionários, sem alterações no plano de carreira e uma exigência. A categoria ainda é contra as reformas Trabalhista, do Ensino Médio e da Previdência Social.

 
 

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