Professores estaduais aprovam greve a partir do dia 15 de março - Diário de Santa Maria

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Por tempo indeterminado08/03/2017 | 15h55Atualizada em 08/03/2017 | 16h14

Professores estaduais aprovam greve a partir do dia 15 de março

Mobilização faz parte de um calendário nacional da educação

Professores estaduais aprovam greve a partir do dia 15 de março Rafael Torres/Divulgação
Foto: Rafael Torres / Divulgação

Em assembleia geral organizada nesta quarta-feira, os professores estaduais decidiram entrar em greve, a partir do dia 15 de março. A greve será por tempo indeterminado e faz parte de um calendário nacional da educação proposto pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Professores de outros estados também organizaram assembleias nesta quarta-feira para discutir a mobilização. 

De acordo com Rafael Torres, diretor de mobilização do 2º núcleo do Cpers, que representa Santa Maria e mais 17 municípios da Região Centro, cerca de 4,5 mil pessoas participam da assembleia no Gigantinho.

Rafael diz que nesta quinta-feira o conselho do 2º núcleo vai se reunir para debater detalhes de mobilização da categoria na região. Ele conta que são 94 escolas, em 18 municípios abrangidos pela diretoria regional,com sede em Santa Maria.

– A greve é necessária, importante, vamos parar com os ataques nacional e estadual – disse Helenir Aguiar Schürer, presidente estadual do Cpers, ao encerrar a votação. 

Além da assembleia geral do Cpers, os professores da rede estadual participaram de outras atividades sindicais em Porto Alegre. Os professores protestaram, junto de outros servidores públicos, contra outras questões, entre elas a reforma da previdência proposta pelo presidente Michel Temer (PMDB) e o parcelamento dos salários dos servidores estaduais. Também participaram de mobilizações do Dia da Mulher. 

REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA

Os professores e funcionários da rede estadual apontam diversos motivos para começar o ano letivo em greve, entre eles estão:

- O fim do parcelamento dos salários

- Pelo pagamento do 13º salário de 2016, sem parcelamento

- Reposição salarial, sem alterações no plano de carreira de professores e funcionários

- Pelo pagamento do Piso Nacional do Magistério, de R$ 2.298 (atualmente o salário-base dos professores no Estado é R$ 630)

- Contra o "pacotaço" do governador José Ivo Sartori (PMDB)

- Contra a Reforma Trabalhista

- Contra a Reforma da Previdência Social

- Contra a Reforma do Ensino Médio




 
 

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