Homem é condenado a 12 anos de prisão pelo assassinato do sogro em Santa Maria - Diário de Santa Maria

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Justiça17/03/2017 | 18h05Atualizada em 19/03/2017 | 15h30

Homem é condenado a 12 anos de prisão pelo assassinato do sogro em Santa Maria

João Alberto da Silva, 44 anos, foi morto a facadas em maio de 2015

Homem é condenado a 12 anos de prisão pelo assassinato do sogro em Santa Maria Gabriel Haesbaert/NewCo DSM
Foto: Gabriel Haesbaert / NewCo DSM

O Tribunal do Júri condenou a 12 anos de prisão Cássio Quadros Lopes, 26, pelo assassinato do sogro, João Alberto da Silva, 44. Ele foi morto a facadas em 2015 durante um briga entre os dois.

Genro mata sogro a facadas durante briga em Santa Maria

Conforme a Polícia Civil, o crime aconteceu na noite do dia 12 de maio na Rua 28 de Setembro, bairro Duque de Caxias, região centro-oeste da cidade. Lopes foi imobilizado por civis após o crime e trancado dentro um porta-malas de um carro até a chegada da Brigada Militar (BM), que lhe deteve em flagrante pelo crime. Preso, foi levado para a Penitenciária Estadual de Santa Maria (Pesm), onde cumpre pena desde então, já que ela foi convertida em preventiva.

A Polícia Civil concluiu que o motivo da briga foi um desacerto relativo à venda de um veículo. Alegando que Lopes agiu "sob forte emoção depois de ser provocado", o advogado de defesa, Divor Bassan, teve a tese de "de homicídio privilegiado" aceita pelo júri, o que fez com que a pena, inicialmente fixada em 15 anos de prisão em regime fechado, baixasse para 12. Ele não vai recorrer da decisão, pois acredita que o resultado do julgamento foi satisfatório.

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– Pretendo pedir a progressão da pena, para que ele possa cumpri-la em liberdade, assim que possível – relata Bassan.

Como o réu é primário (não havia cometido nenhum crime anteriormente), pode receber a liberdade após cumprir pelo menos 1/6 da pena. Já que estava preso há cerca de um ano e meio, em menos seis meses deve ser solto.

Antes do julgamento, houve uma briga entre um familiar da vítima e um familiar do réu, motivo pelo qual o juiz Ulysses Fonseca Louzada exigiu ordem, com a ameaça de impedir que todos os familiares de assistissem ao julgamento.

– Nada vai trazer ele de volta para a família, mas ao menos agora ela tem algum conforto – relata o advogado Daniel Tonetto, que representou a família.

 

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