Preso por ataque pode ser indiciado por tentativa de homicídio ou de latrocínio - Diário de Santa Maria

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Ataques a bancos em São Sepé03/01/2017 | 20h44Atualizada em 03/01/2017 | 20h44

Preso por ataque pode ser indiciado por tentativa de homicídio ou de latrocínio

Delegacia de Roubos a Bancos vai finalizar o inquérito ainda nesta semana

Preso por ataque pode ser indiciado por tentativa de homicídio ou de latrocínio Maiara Bersch/Agencia RBS
Foto: Maiara Bersch / Agencia RBS

A Delegacia de Roubos a Bancos, ligada ao Departamento Estadual de Investigação Criminal (Deic), deve indiciar ainda nesta semana André da Silva, 49 anos, e Ivo Francisco dos Santos Assis, 41. Os dois são apontados pela Polícia Civil como os líderes da quadrilha que atacou dois bancos e fez moradores de escudos humanos na madrugada do dia 24 de dezembro. Silva foi preso no dia 29 de dezembro, em Vera Cruz, e levado para a Penitenciária Estadual de Santa Maria (Pesm). Na segunda-feira, a Justiça de São Sepé converteu a prisão, que era temporária, válida por cinco dias, em preventiva, que tem tempo indeterminado.

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A investigação apontou que Silva seria o homem flagrado pelas câmeras de segurança de uma das agências segurando pelo cabelo uma das reféns. Ao todo, quatro pessoas ficaram feridas, sendo que duas foram baleadas, inclusive, um policial civil. Por isso, conforme o delegado Joel Wagner, da Delegacia de Roubos a Bancos, que investiga o caso, ainda é estudado por qual crime Silva e Assis devem ser indiciados. Se por tentativa de latrocínio, que na verdade é lesão corporal durante roubo, conforme prevê o parágrafo 3º do Artigo 157 do Código de Processo Penal. Ou, então, por tentativa de homicídio, que é o mais improvável.

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Além disso, outros crimes que provavelmente devem ser imputados à dupla são de roubo majorado, quando é cometido por duas ou mais pessoas e com o uso de arma, organização criminosa e porte ilegal de arma de uso restrito. A responsabilização por outros crimes não está descartada. Apesar de Assis não ter sido preso – ele está foragido desde 2012 –, ele também deve ser indiciado, já que foi identificado durante a investigação.

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– O bando é bem maior que o André e o Ivo. Temos que remeter o inquérito em razão da prisão preventiva, mas a investigação vai continuar. Já temos algumas investigações de outros locais que eles tenham atacado, mas o procedimento que tem provas mais robustas é esse de São Sepé – explica o delegado.

Transferência

Silva segue preso na Pesm e não deve ser transferido para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc), como chegou a ser cogitado. Conforme Eloir Friedrich, que responde pela 2ª Delegacia Penitenciária Regional, foi avaliado que o perfil de Silva é compatível com o da Pesm e não há necessidade de transferência. Ele está na Galeria B do Módulo 1 com mais cinco detentos.

 
 

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