Morre segunda vítima de explosão de fogos de artifício em Réveillon em Tupanciretã - Diário de Santa Maria

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Fatalidade02/01/2017 | 10h12Atualizada em 02/01/2017 | 10h49

Morre segunda vítima de explosão de fogos de artifício em Réveillon em Tupanciretã

Gilvan Silva, 35 anos, estava internado no Husm, mas não resistiu aos ferimentos

Morre segunda vítima de explosão de fogos de artifício em Réveillon em Tupanciretã Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal
Pâmela Rubin Matge
Pâmela Rubin Matge

pamela.matge@diariosm.com.br

Morreu por volta das 21h30min deste domingo, um dos atingidos por fogos de artifício durante uma festa privada de Réveillon na Associação dos Funcionários da Cocevvil Comércio de Cereais (Afuco), em Tupanciretã, na Região Central.

O  plantador Gilvan Silva, 35 anos, estava internado em estado gravíssimo no Hospital Universitário de Santa Maria (Husm) e não não resistiu aos ferimentos. O corpo de Silva está sendo velado na Capela São Camilo, em Tupanciretã. O sepultamento será às 18h, no Cemitério Municipal.

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A vítima era natural de Mata, mas viveu a maior parte da vida em Tupanciretã. Era casado com Simone Machado e não tinha filhos. Atualmente, trabalhava na zona rural, onde plantava e operava máquinas agrícolas.

O gerente comercial Darlan Fagundes Rodrigues, 39 anos, era amigo da vítima e genro de Simone. Ele conta que o campo era uma das atividades preferidas de Silva:

– Ele chegava na cidade no fim de semana, buscava a esposa e já voltava para fora. A caça e a pesca eram os hobbies dele. No Natal, mesmo, ele havia acampado.

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O acidente

A primeira vítima do acidente é Marcelo Almeida Barcellos, 35 anos, funcionário da Associação dos Funcionários da Cocevvil Comércio de Cereais (Afuco), onde ocorreu o fato (veja abaixo).

Foto: Divulgação / Divulgação

De acordo com a Brigada Militar (BM), Barcellos e Silva foram atingidos quando tentaram acender manualmente os fogos de artifício que não detonaram de forma mecânica.

A investigação da Polícia Civil apurou Silva e Barcellos teriam sido chamados por um parente do dono do clube para verificar o que tinha acontecido com os fogos, instalados próximo de uma barragem, distante do público. Ao chegar próximo da estrutura dos fogos, a dupla e uma terceira pessoa teriam tentado acionar os fogos de forma manual, mas eles não detonaram. Então, Barcellos teria ido checar o que houve e teria olhado dentro de uma espécie de tubo, onde os fogos foram instalados. Neste momento, aconteceu a explosão, atingindo a cabeça de Barcellos, que morreu no local. 


 
 

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