Policiais encontram esconderijo de suspeito de chacina em Pinhal Grande - Diário de Santa Maria

Buscas01/12/2016 | 20h48Atualizada em 02/12/2016 | 13h53

Policiais encontram esconderijo de suspeito de chacina em Pinhal Grande

Operação envolvendo Brigada Militar e Polícia Civil busca encontrar Ariosto da Rosa, 41 anos, suspeito pelas quatro mortes

Policiais encontram esconderijo de suspeito de chacina em Pinhal Grande Capitão Edmilson Carvalho Pereira/Brigada Militar/Divulgação
Colchão foi encontrado ao lado de algumas bananas Foto: Capitão Edmilson Carvalho Pereira / Brigada Militar/Divulgação

Nesta quinta-feira equipes da Polícia Civil e da Brigada Militar completaram o terceiro dia de buscas a Ariosto da Rosa, 41 anos. Ele é suspeito de ter matado Bianca Moares de Salles, 16 anos, Iran Gonçalves dos Santos, 10, Alex Cardoso, 17, e Afonso Gonçalves, 60, na última terça-feira.  Dois cães farejadores ajudaram no trabalho. O helicóptero do Batalhão de Aviação da BM que veio de Porto Alegre não fez voos pela manhã, apenas à tarde.

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Por volta das 15h, a equipe de buscas, com policiais militares e civis, encontrou uma casa que estaria sendo usada pelo suspeito como esconderijo em uma área de mata fechada, na localidade de Linha Nossa Senhora Aparecida, interior do município. Os policiais encontraram roupas que pertenceriam a ele em uma rede na residência, que estava habitada. Um homem foi detido.

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Amedrontado, um morador de Rincão dos Basílios, localidade do interior do município onde ocorreram os crimes, disse que vai deixar a cidade.
– Vou embora. Não quero mais ficar aqui neste lugar – falou o idoso de 68 anos, que não quer ter o nome divulgado por medo.

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Ele contou à reportagem que deixou a casa onde mora na noite de terça-feira, dia da chacina, e foi até a área urbana para prestar homenagem às vítimas nos velórios de Iran, Alex e Afonso. No dia seguinte, quarta, quando chegou em casa, pouco antes do meio-dia, encontrou a porta arrombada. Os alimentos foram furtados, segundo ele. Com medo, deixou o local e, desde então, está na casa de um parente na área urbana:

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– Com tudo o que aconteceu (crimes e arrombamento), não volto mais para lá.

 
 

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