Parada do Orgulho LGBT Alternativa reúne mais de mil pessoas em Santa Maria - Diário de Santa Maria

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Diversidade18/12/2016 | 21h00Atualizada em 18/12/2016 | 21h00

Parada do Orgulho LGBT Alternativa reúne mais de mil pessoas em Santa Maria

Segunda edição da iniciativa ocorreu na otarde deste domingo

Parada do Orgulho LGBT Alternativa reúne mais de mil pessoas em Santa Maria Maiara Bersch/Agencia RBS
Foto: Maiara Bersch / Agencia RBS

Mais de mil pessoas partiram em caminhada da Praça Saldanha Marinho, centro de Santa Maria, por volta das 16h30min de domingo, na 2ª Parada do Orgulho LGBT Alternativa de Santa Maria.

Ao fazer o questionamento "Eles estão organizados, e nós?", lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros explicam que, após as eleições deste ano, a causa da igualdade começou a perder espaço, tendo havido poucas candidaturas progressistas eleitas. Além disso, cortes de recursos de políticas públicas para a comunidade de LGBT foram realizados na mesma medida em que setores religiosos fundamentalistas e grupos conservadores começaram a ficar "cada vez mais organizados".

— Por isso, precisamos estar nas ruas. Precisamos nos organizar cada vez mais. Barrar cada pequeno retrocesso. Avançar em cada possível conquista de direitos. Os próximos anos, de reajuste fiscal sobre os mais pobres e de uma política institucional ainda mais misógina, racista e heteronormativa vão exigir muito mais de nós, LGBT — conta o membro do Coletivo Voe e organizador da parada, Luiz Henrique Coletto, professor de 28 anos.

A passeata passou pela Rua do Acampamento, Pinheiro Machado e Avenida Presidente Vargas, onde o público se reuniu junto à Biblioteca Pública para uma série de apresentações artísticas que se estenderam até a noite. Uma das participantes da passeata é a estilista Priscyla Ballin. Ela contou que se produziu especialmente para chamar a atenção da população.

— Nós somos felizes, e essa é a nossa maneira de demonstrar isso. Eu não me monto assim no dia a dia, mas hoje eu fiz isso para mostrar que somos normais, que assim transbordamos felicidade — diz.

Ela relata que apesar de estar em andamento uma mudança cultura em favor dos LGBT, Santa Maria ainda é uma cidade "muito preconceituosa". E por isso a parada se faz necessária, com a participação de todos.

 
 

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