Polícia indicia homem por morte de taxista e outros dois por fornecerem a arma do crime - Diário de Santa Maria

Latrocínio11/10/2016 | 17h47Atualizada em 11/10/2016 | 19h40

Polícia indicia homem por morte de taxista e outros dois por fornecerem a arma do crime

Investigação da 2ª Delegacia de Polícia chegou aos supostos fornecedores do revólver que tirou a vida de Alex Carpes Gallina

Polícia indicia homem por morte de taxista e outros dois por fornecerem a arma do crime Polícia Civil/Divulgação
Alves, de vermelho, confessou o crime em depoimento prestado na delegacia acompanhado do seu advogado Foto: Polícia Civil / Divulgação

A 2ª Delegacia de Polícia encerrou o inquérito que apurou a morte do taxista Alex Carpes Gallina, 41 anos, durante um assalto no dia 28 de setembro em Santa Maria. Guilherme Trojahn Alves, 22 anos, preso na noite do dia 2 de outubro, foi indiciado por latrocínio (roubo com morte). Ele confessou ter atirado após Gallina tentar tirar a arma de sua mão quando anunciou o assalto. Outros dois homens, detentos do regime semiaberto, foram indiciados por terem fornecido a arma para Alves.

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– O Alves estava foragido aqui, e estava parando em uma casa perto de onde ele matou o Gallina. Ele estava assaltando nessa região para sobreviver. E o dono da casa onde ele estava conseguiu a arma com outro apenado do semiaberto que tinha, por isso, os dois foram indiciados pelo fornecimento – explica o delegado Marcelo Arigony, titular da 2ª DP e que comandou a investigação.

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O crime aconteceu por volta da 0h30min do dia 28 de setembro, na Rua Arapongas, no bairro Juscelino Kubitschek, região oeste de Santa Maria. Antes, Alves havia tentado pegar outro táxi, na Rua Venâncio Aires, mas o taxista se recusou de fazer a corrida.

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A investigação se baseou, principalmente, em câmeras de segurança que registraram o momento em que o suspeito entrou no táxi da vítima.

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– O principal foram as câmeras de segurança, mas também contamos com prova testemunhal e com a confissão dele na presença de um advogado. Além disso, ouvimos oito pessoas, e uma delas, três vezes – conta o delegado.

Por ter fornecido a arma para Alves, a dupla pode pegar de dois a quatro anos de prisão. Já o latrocínio tem pena prevista de 20 a 30 anos de prisão.

 
 

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