Acusado de matar Shelli Vidoto será ouvido nesta quarta em audiência  - Diário de Santa Maria

Latrocínio04/10/2016 | 20h31Atualizada em 04/10/2016 | 20h46

Acusado de matar Shelli Vidoto será ouvido nesta quarta em audiência 

Bruno Laurindo Borges, 23 anos, vai falar sobre o caso pela primeira vez. Defesa adianta que ele vai apontar quem foi o autor do crime

Acusado de matar Shelli Vidoto será ouvido nesta quarta em audiência  Polícia Civil/Divulgação
Foto: Polícia Civil / Divulgação

Exatamente 91 dias depois do dia em que a relações pública Shelli Uilla da Rosa Vidoto, 27 anos, foi assassinada durante um assalto na Rua Bento Gonçalves, no bairro Dores, o acusado do crime falará pela primeira vez. Bruno Laurindo Borges, 24 anos, preso no dia 15 de julho, uma semana depois do latrocínio, preferiu não falar na 1ª Delegacia de Polícia. A audiência, marcada para as 14h, no Salão do Júri do Fórum de Santa Maria, é praticamente um julgamento. Depois de ouvidas as testemunhas de acusação e defesa, o juiz Leandro Augusto Sassi, titular da 4ª Vara Criminal, onde corre o processo, já pode proferir o resultado.

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Porém, isso não deve acontecer já nesta terça, conforme os próprios advogados de Bruno, Wedner Lima e Sérgio Lima, e o assistente de acusação, que representa a família de Shelli, Daniel Tonetto. Depois da audiência, deverá ser aberto prazo para memoriais, que é a defesa e acusação escritas, com cinco dias para que o MP e a defesa se manifestem. Com isso, a sentença condenatória ou a absolvição deve ser conhecida até o final deste mês ou início do próximo.

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– A expectativa é que seja feita a justiça. É um crime bárbaro. O acusado deve ser condenado e passar as próximas décadas na prisão. Acho difícil que saia amanhã por conta da complexidade do caso – projeta Tonetto.

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Um dos advogados de Bruno, Wedner Lima, adianta que o acusado irá falar ao juiz, e que, inclusive, vai indicar o nome de outra pessoas, que segundo ele, é o verdadeiro autor do crime.

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– Conversei com o Bruno nesta terça. Ele está indignado por estar preso, e por isso vai demonstrar ao juiz que não tem nada a ver como caso. Ele vai expor por qual motivo foi colocado como acusado e porque o nome dele foi apontado. Ele sabe quem cometeu esse fato – explica Wedner.

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Serão, ao todo, 15 testemunhas, sendo sete de acusação e oito de defesa, uma na condição de informante, já que é irmã de Bruno. Também há expectativa para manifestações em frente ao Fórum, tanto de familiares de Shelli como de Bruno.

 
 

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