Professores protestam contra 8º mês de parcelamento de salários em Santa Maria - Diário de Santa Maria

Educação30/09/2016 | 20h10Atualizada em 30/09/2016 | 20h10

Professores protestam contra 8º mês de parcelamento de salários em Santa Maria

Categoria critica propostas de reforma do ensino médio e renegociação das dívidas dos estados com a União

Professores protestam contra 8º mês de parcelamento de salários em Santa Maria Maiara Bersch/Agencia RBS
Foto: Maiara Bersch / Agencia RBS

Professores, agentes em educação e alunos da rede estadual de ensino de Santa Maria e região protestaram na tarde desta sexta-feira, na Praça Saldanha Marinho, contra o parcelamento de salários pelo governo. É o oitavo mês de salários parcelados que os servidores públicos enfrentam.

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Conforme a diretora do 2º Núcleo do Sindicato dos Professores Estaduais do Rio Grande do Sul (Cpers), Sandra Régio, cerca de 100 pessoas se reuniram na praça durante a tarde. No entanto, caso fossem contar os integrantes das manifestações que aconteceram durante todo o dia, o número chegaria até 600.

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Além de protestar contra o parcelamento, a categoria critica a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que limita crescimento do gasto público à taxa de inflação do ano anterior por um período de 20 anos. A ideia do governo é economizar. Os professores reclamam que a educação básica será prejudicada e não haverá política de valorização dos educadores.

– Isso deixa claro que a educação, para o governo, não é prioridade – diz Rafael Torres, professor da Escola Estadual de Educação Básica Professora Lélia Ribeiro, em São Martinho da Serra.

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Outra crítica é contra o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257, que busca o reequilíbrio fiscal restringindo a progressão em planos de cargos e carreiras, além de aumentar a taxa da contribuição do servidor para a Previdência Social. Outro ponto previsto é impedir nomeações e contratações de novos servidores.

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Por último, os professores criticam a postura do Governo Federal em ter "decidido sozinho", por meio de uma Medida Provisória, pela reforma do Ensino Médio, que prevê flexibilização do currículo, que disciplinas passem a ser optativas, e carga horária ampliada. A categoria entende que a mudança até pode ser boa, mas deveria ter sido discutida em sala de aula, junto aos professores e alunos.

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No dia 5 de outubro, a categoria deve se reunir novamente, e prevê paralisações em toda a rede estadual de ensino.

 
 

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