Nova sede é entregue ao Corpo de Bombeiros de Restinga Seca - Diário de Santa Maria

Segurança29/09/2016 | 11h40Atualizada em 29/09/2016 | 11h40

Nova sede é entregue ao Corpo de Bombeiros de Restinga Seca

Associações comerciais investiram R$ 600 mil no imóvel

Nova sede é entregue ao Corpo de Bombeiros de Restinga Seca Ivo Cursino/Jornal Tribuna de Restinga
Foto: Ivo Cursino / Jornal Tribuna de Restinga

O Corpo de Bombeiros de Restinga Seca já começou a trabalhar na nova sede. A entrega do imóvel – com orçamento de R$ 600 mil pago pela Associação de Comércio e Indústria (ACI) e pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) – será feita em uma solenidade ma prefeitura, às 16h desta quinta-feira.

De acordo com o prefeito Mauro Schunke (PDT), o investimento se trata de uma permuta. A prefeitura trocou um terreno onde o prédio foi construído, que fica no Centro de Eventos e é da ACI, por um imóvel que está na Rua Francisco Juliani, no centro de Restinga Seca. A condição para que o negócio se concretizasse era que as associações comerciais investissem na construção do prédio. 

De acordo com a ACI, a troca foi um bom negócio, pois espaço no Centro de Eventos não era tão utilizado e o da Francisco Juliano está melhor posicionado.

Associações comerciais de Restinga Seca investem R$ 600 mil em prédio para os Bombeiros

O espaço abriga, ao todo, os 13 bombeiros do município, além de dois caminhões e uma ambulância, de acordo com a Associação dos Bombeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Abergs). O prefeito Schunke conta que os bombeiros terão à disposição uma piscina térmica e uma pista de corrida, localizadas no Centro de Eventos. que serão usadas para treinamento, 

O investimento também é visto como positivo pelo 4º Batalhão de Bombeiro Militar (4º HBM).

Falta de efetivo
Atualmente, existe uma defasagem no efeito de cerca de 20% nos 33 municípios da região de abrangência e uma restrição com relação ao pagamento de horas-extras. Um novo espaço trará, ao menos, melhores condições de trabalho.

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Apesar disso, a Abergs aponta que a falta de efetivo é um problema grave, já que o ideal seria de 17 servidores. A equipe atual consegue atender ocorrências em trios ou grupos de quatro, quando necessário. Eles são divididos conforme escala. No momento do atendimento de uma ocorrência, um atua como telefonista, outro como motorista e os outros dois são responsáveis pelo atendimento direto.

Ou seja, quando uma equipe sai para prestar atendimento, caso alguém ligue para o quartel buscando socorro ou para informar sobre um acidente, possivelmente não será atendido por falta de equipe.

 
 

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