Moradores do residencial Leonel Brizola aguardam inauguração de escola - Diário de Santa Maria

Educação29/09/2016 | 19h48Atualizada em 30/09/2016 | 10h26

Moradores do residencial Leonel Brizola aguardam inauguração de escola

Na quarta-feira, o prefeito José Haidar Farret sinalizou a abertura do prédio em até 30 dias

Moradores do residencial Leonel Brizola aguardam inauguração de escola Germano Rorato/Agencia RBS
Foto: Germano Rorato / Agencia RBS
Dandara Flores Aranguiz
Dandara Flores Aranguiz

dandara.aranguiz@diariosm.com.br

Os moradores do residencial Leonel Brizola, no bairro Diácono João Luiz Pozzobon, anseiam pela inauguração e abertura da escola de Ensino Fundamental construída no loteamento. A obra está pronta desde 2015 e, de acordo com a assessoria da prefeitura, deve ser entregue à comunidade em breve.

Posto de saúde é inaugurado no residencial Dom Ivo Lorscheiter, região leste de Santa Maria

Na tarde de quarta-feira, no discurso de inauguração do posto de saúde no residencial Dom Ivo Lorscheiter, o prefeito José Haidar Farret sinalizou a abertura da escola, que tem capacidade para atender até 700 alunos, em até 30 dias. O Diário tentou contato com a secretária de Educação Silvana Guerino por telefone, mas não obteve retorno.

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Em julho deste ano, três meses depois de as chaves do residencial terem sido entregues aos novos moradores (são 362 unidades habitacionais), a escola foi invadida e vandalizada. Cinco jovens entraram por uma abertura na tela e, no prédio, quebraram vidros, esvaziaram extintores de incêndio, rasgaram mangueiras de água, furtaram luzes de emergência e uma porta.

Sonho ao lado de casa

Enquanto a estrutura não é inaugurada, adolescentes que moram no residencial se viram como podem para continuar estudando. É o caso da Juliane Pereira Dias, 16 anos, que cursa o 9º ano do Ensino fundamental. Ela e a família se mudaram no meio do ano letivo, e a escola não estava pronta. Então, a menina permaneceu na antiga, o colégio Alfredo Winderlich, na Vila Santos, no bairro Urlândia.

Foto: Germano Rorato / Agencia RBS

– Estudo de noite, então é muito difícil. Vou de ônibus, mas para voltar é muito perigoso. Até há pouco, minha mãe pagava um transporte escolar. Mas, agora, é meu pai que tem que ir me buscar – afirma Juliane.

Dona Maria Otília Pereira, 73 anos, avó de Juliane, também se preocupa:

– Faz dois dias que a gente precisa pagar táxi para ela voltar, mas o dinheiro é curto né.

 
 

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