Hospital da região deixa de receber pacientes transferidos do Husm - Diário de Santa Maria

Leitos de retaguarda06/09/2016 | 15h22Atualizada em 06/09/2016 | 15h22

Hospital da região deixa de receber pacientes transferidos do Husm

Direção já está em tratativas para que outra instituição passe a ofertar vagas

Hospital da região deixa de receber pacientes transferidos do Husm Jean Pimentel/Agencia RBS
Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

O Hospital São Francisco, de Restinga Seca, deixou de ofertar vagas de retaguarda para o Hospital Universitário de Santa Maria (Husm). Isso quer dizer que a instituição não irá mais receber pacientes transferidos.

Husm enfrenta falta de transporte para transferir pacientes a hospitais da região

Conforme o administrador do Hospital São Francisco, Cássio Sônego, o impasse que resultou na medida é a gestão da instituição, que é chamada de plena.

– Isso quer dizer que o recurso deve ser repassado pelo Estado à prefeitura do município, que, então, paga o hospital. Da forma como está a nota técnica que regulamenta as transferências e o pagamento, o São Francisco não recebe, já que não podemos ser pagos direto pelo Estado. Sem o recurso não há oferta as vagas – explica Sônego.

Para reduzir superlotação, Husm passa a enviar pacientes a outras cidades da região

A situação faz com que o Husm fique com 10 vagas a menos disponíveis em leitos de retaguarda. Antes eram 40 no total e 25 estavam ocupadas, dando condições de receber mais 15 pacientes. Agora, há condições de receber só mais cinco.

Mais dois hospitais da região passam a ofertar leitos de retaguarda para o Husm

Diante dessa situação, a direção do Husm começou a negociar com o Hospital Bernardina Salles de Barros, de Júlio de Castilhos.

– Já estamos devidamente habilitados para os leitos de retaguarda. Faltam fazer alguns ajustes, então, acredito que as transferências já serão possíveis a partir da semana que vem – estima o administrador do hospital, Leonardo Dalla Nora.

Custos e regras
A nota técnica do Estado diz que foi ofertado apoio "em caráter excepcional e temporário para os meses de agosto, setembro e outubro de 2016, através do custeio e regulação de 40 leitos clínicos para retaguarda". Cada um dos hospitais irá ofertar 10 vagas. Hoje, há quatro cadastrados.

O Estado deve investir R$ 612 mil na contratação dos serviços. Todos receberão R$ 170 por leio por dia que pode ser ocupado por até 10 dias. Após o prazo, será repassado somente o valor da Autorização de Internação Hospitalar (AIH).

 

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