Há 16 anos, grupo de amigos aproveita as "peladas" para promover o bem em Santa Maria - Esportes - Diário de Santa Maria

Futebol solidário24/03/2017 | 13h00Atualizada em 24/03/2017 | 13h00

Há 16 anos, grupo de amigos aproveita as "peladas" para promover o bem em Santa Maria

O que era para ser apenas futebol, transformou-se em ações solidárias 

Há 16 anos, grupo de amigos aproveita as "peladas" para promover o bem em Santa Maria Lucas Amorelli/New Co DSM
Rogério é um dos fundadores do "Junção" Foto: Lucas Amorelli / New Co DSM

É inegável que o futebol é a paixão dos brasileiros. E a maioria dos apaixonados pelo esporte sempre joga aquela peladinha de final de semana com os amigos. Mas a prática do esporte foi além para um grupo de amigos que se reúne há 16 anos. Além das partidas entre si, o time passou a promover atividades beneficentes. Hoje, o grupo "Junção Soccer", que começou com 25 integrantes, conta com cerca de 150 participantes, e o que era só do futebol também se disseminou para o tradicionalismo e para a assistência social. Ao total, os grupos Junção Soccer, Junção do Coração e Piquete Junção dos Cascos reúnem mais de 300 famílias envolvidas.

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Um dos fundadores do grupo e que coordena as "junções" até hoje, o empresário Rogério Ferigollo conta que o grupo surgiu de forma despretensiosa, em 13 de junho de 2001.

— Os meus pais sempre foram envolvidos na comunidade. O meu pai foi presidente de clubes, organizava as festas, e eu vivi isso. Começamos jogando. Aí, inventamos de fazer uma festa de aniversário, com o nome de Junção, e que acabou sendo cancelada. Mas os amigos foram do mesmo jeito, e acabou acontecendo. A partir disso, só foi crescendo. Não imaginávamos a proporção que isso chegaria, e nem era esse o nosso objetivo — afirma Ferigollo.

Com o passar do tempo, o grupo foi crescendo e logo a ideia de fazer algo a mais do que jogar futebol surgiu. Primeiro, foi o Junção do Coração, que capta recursos e brinquedos para doar presentes a crianças de baixa renda na Páscoa, Dia das Crianças e no Natal. Na Semana Farroupilha, os eventos do Piquete Junção dos Cascos leva centenas de pessoas a jantas e bailes. Tudo é revertido para os projetos do grupo.

— O objetivo era ajudar as pessoas. Íamos nas vilas, hospitais, creches, casas de idosos, e vamos até hoje. Sempre temos brinquedos para doar. No meu carro, sempre tem alguma coisa. Até doação de sangue, quando precisam, postamos no grupo e logo conseguimos um bom número de pessoas — conta o empresário.

Atualmente, com a vida mais agitada, as peladas diminuíram de quatro para duas vezes por semana. Mas, 16 anos depois, o futebol nas segundas e quartas-feiras é garantido para quem gosta de uma "junção".

 

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