Equipe de Santa Maria fica em segundo lugar na abertura do Gaúcho de Tiro ao Prato - Esportes - Diário de Santa Maria

Na mira13/02/2017 | 20h24Atualizada em 14/02/2017 | 16h15

Equipe de Santa Maria fica em segundo lugar na abertura do Gaúcho de Tiro ao Prato

A 1ª etapa do campeonato de trap americano, realizado em Itaara, reuniu 203 atiradores de 18 cidades do Estado

Equipe de Santa Maria fica em segundo lugar na abertura do Gaúcho de Tiro ao Prato Elinton Villanova/Divulgação,Trap SM
Trap SM ficou em segundo lugar na etapa de estreia do campeonato estadual Foto: Elinton Villanova / Divulgação,Trap SM

Com cada vez com mais praticantes no cenário esportivo local, a modalidade de tiro ao prato reuniu, entre a última sexta-feira e o domingo, 203 competidores de 18 cidades do Estado para a etapa de abertura do Campeonato Gaúcho de trap americano. O evento ocorreu na sede campestre da Socepe, em Itaara.

Atirador de Santa Maria garante título gaúcho inédito no tiro ao prato 

Na categoria single (um prato por vez), os representantes de Santa Maria — a equipe Trap SM — ficaram em segundo lugar, atrás apenas do time de Vacaria. Os santa-marienses somaram 384 acertos de um total de 400. Já os vencedores atingiram 391 pratos. A contagem é feita a partir dos resultados dos quatro melhores atiradores de cada equipe — são arremessados 100 pratos para cada atleta.

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A Trap SM, como é conhecido o grupo de atiradores da Socepe, de Santa Maria, levou 40 competidores para a 1ª etapa. Os quatro melhores pontuadores da cidade foram Nilton Marques, Vitor Treptow, Jonas Tissot e Átila Abella.

Além da categoria single, que é considerada a principal do trap americano, a Socepe também sediou a double (dois pratos por vez) no final de semana. A próxima etapa do estadual da modalidade será em Vacaria, de 17 a 19 de março. Serão 11 provas até o fim do campeonato.

Crescimento esportivo

Nos últimos anos, Santa Maria vem se tornando uma referência na prática do tiro esportivo (tiro ao prato). A Trap SM já conta com 55 atiradores na modalidade de trap americano. Em 2015, eram apenas 18, o que significa um aumento de mais de 300% de praticantes. Já na fossa olímpica, modalidade a qual o técnico do time de tiro da Socepe Roberto Schmits participou da Olimpíada do Rio, são cinco representantes em Santa Maria.

— Houve um crescimento grande, desde 2015, quando fomos campeões por equipes (no trap americano). Além disso, há uma curiosidade por parte das pessoas que gostam de armas — explica o gestor do departamento de tiro ao prato da Socepe, Vitor Treptow.

Entre as diferenças básicas entre o trap americano e a fossa olímpica, está o fato de uma ser olímpica, como o próprio nome sugere, além da diferença na velocidade de arremesso dos pratos e da angulação. Na fossa, a velocidade chega a 140 km/h, enquanto no trap, vai a 80 km/h.  

 
 

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