"O sonho dele era trabalhar no futebol, e ele morreu fazendo o que gostava" - Esportes - Diário de Santa Maria

#ForçaChape29/11/2016 | 19h50

"O sonho dele era trabalhar no futebol, e ele morreu fazendo o que gostava"

Amigos do fisioterapeuta Rafael Gobbato relembram a trajetória dele até a Chapecoense

"O sonho dele era trabalhar no futebol, e ele morreu fazendo o que gostava" Divulgação/Riograndense
Rafael Gobbato ao lado da ex-presidente do Riograndense Lisete Frohlich Foto: Divulgação / Riograndense

Vítima do acidente com a delegação da Chapecoense na madrugada desta terça-feira, o fisioterapeuta Rafael Corrêa Gobbato, 33 anos, deixou muitos amigos em Santa Maria. 

Ex-professor da Unifra é uma das vítimas do acidente com a Chapecoense

Seja como professor no Centro Universitário Franciscano (Unifra) ou no Riograndense, clube o qual dedicou boa parte do seu tempo durante a estada no Coração do Rio Grande, Gobbato é lembrado por meio da forma como amava o que fazia.  

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— Foi meu professor, meu orientador, meu mentor. Era um cara apaixonado pela fisioterapia. Sempre rindo e de bem com a vida. Amava tudo o que fazia. É triste demais. Ele estava em um grande clube, onde todos gostavam dele. Vai fazer falta para a gente. Nos falávamos bastante e ele estava muito feliz lá. Foi um profissional exemplar — disse Cláudio Marquezan, o Claudinho, que foi aluno de Gobbato na Unifra e colega na equipe de fisioterapia do Riograndense. 

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Uma das responsáveis pela trajetória de Gobbato no Riograndense, a ex-presidente Lisete Frohlich se mostrou bastante abalada com a morte do amigo:   

– Estou perplexa e em estado de choque. Parece que não é verdade. O Gobbato tinha 33 anos. Sempre foi parceiro e nunca tinha tempo ruim com ele. O sonho dele era trabalhar no futebol, e ele morreu fazendo o que gostava. Lembro como se fosse ontem quando ele me disse que estava indo para a Chapecoense – recordou Lisete. 

Ex-professor de Fisioterapia do Centro Universitário Franciscano (Unifra), Gobbato é uma das 71 pessoas mortas no acidente do avião que levava a delegação da Chapecoense para a disputa da final da Copa Sul-Americana.

Gobbato em trabalho no Riograndense Foto: Cláudio Marquezan / Arquivo Pessoal

Gobbato é natural de Porto Alegre e se mudou para Santa Maria em 2012 para ocupar o cargo de professor da Unifra. Desde aquele ano, acumulou funções no Riograndense Futebol Clube até chegar à posição de vice-presidente, em 2015, durante a gestão de Lisete Frohlich.

 
 

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