Fábio Iasnogrodski: 24 horas de uma inesquecível jornada olímpica - Esportes - Diário de Santa Maria

De Fora da Área14/08/2016 | 17h22Atualizada em 14/08/2016 | 17h22

Fábio Iasnogrodski: 24 horas de uma inesquecível jornada olímpica

Jornalista descreve a experiência vivida no Rio 2016 durante um dia

9h38min de sábado. Exatamente na hora marcada, saiu o voo de Porto Alegre com destino ao Galeão. Não tinha jogo do Grêmio no Rio de Janeiro, mas o presidente Romildo Bolzan Jr. era um dos passageiros.

A tranquila viagem, que terminou ao chegar na ensolarada e quente capital carioca, foi apenas o início de uma jornada olímpica, que durou exatamente 24 horas. Uma experiência inesquecível que, ao contrário do que muitos poderiam imaginar, foi perfeita.

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Tudo na Cidade Maravilhosa funcionou perfeitamente, e se engana quem acha que o dia foi na beira da praia de Copacabana. Do aeroporto, onde já foi possível cruzar com atletas austríacos do Mountain Bike, passando pelo BRT que transitou por toda a zona norte — Penha, Madureira etc —, com uma troca de ônibus, até chegar ao Parque Olímpico, foi possível conhecer o outro lado do Rio. Durante o trajeto, feito em uma faixa exclusiva, claro que se escutava reclamação, mas falar com uma moradora da cidade que, mesmo em pleno final de semana, estava feliz por poder ir prestar o seu serviço de transporte à delegação da Noruega, mostrava que os Jogos estão cumprindo seu papel.

No Parque da Barra, todos os voluntários estampavam um sorriso no rosto. Na Arena do Futuro, nem mesmo o empate da seleção brasileira masculina de handebol com o Egito diminuiu a empolgação. 

Depois, no Engenhão, onde foi possível chegar facilmente usando também o BRT e o trem, os aplausos ecoavam a cada salto, fosse com vara ou em distância. Ver Mo Farah brilhar nos 10 mil metros e a surpresa jamaicana Elaine Thompson nos 100 metros foram apenas alguns dos atrativos da noite agradável, que terminou novamente no transporte público. Somente a Olimpíada seria capaz de fazer uma multidão desembarcar exatamente à meia-noite na Central do Brasil para, aí sim, cada um dos milhares de moradores e turistas pegar o metrô e ir para seus endereços. Rapidinho, a moderna Linha 4 fez com que o dia de um gaúcho no Rio 2016 terminasse em Ipanema. No domingo, a volta para Porto Alegre, cruzando com atletas chineses no terminal do aeroporto, se deu já com um gosto de "quero mais".

*ZHESPORTES

 

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