Feira de roupas e malhas termina, e entidades querem debate para barrar as próximas - Diário de Santa Maria

Comércio18/06/2017 | 17h50Atualizada em 18/06/2017 | 17h50

Feira de roupas e malhas termina, e entidades querem debate para barrar as próximas

Promotores da feira estimam que 30 mil pessoas passaram pelo local

Envolvida em guerras de liminares na Justiça, a Feira da Serra Gaúcha, que fecha ao fim neste domingo, no Park Hotel Morotin (Faixa Nova de Camobi), conseguiu um bom público, na avaliação do empresário Ademir Damo, da empresa D.D Feiras e Eventos. Segundo ele, a estimativa é que mais de 30 mil pessoas visitaram os 26 estandes com produtos de vestuário, cama, mesa e cozinha. A empresa não fez um levantamento do volume comercializado durante os cinco dias, mas ele garante que ¿foi excelente¿.

– Foi melhor que no ano passado pela confusão que deu. A polêmica (envolvendo ordens de fechamento e de abertura) acabou servindo como propaganda – acredita Damo, anunciando uma nova feira itinerante de 12 a 16 de julho, no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter.

Foto: Lucas Amorelli / New Co DSM


PARA BARRAR AS PRÓXIMAS
Diante do impasse envolvendo a Feira da Serra Gaúcha, entidades empresariais pretendem promover um amplo debate para que a lei seja cumprida e não prejudique o comércio local. Já a prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município, pretende se reunir com o Judiciário. Ainda na sexta-feira, a procuradora Rossana Boeira ingressou com embargos declaratórios no Tribunal de Justiça para que o órgão esclareça pontos da última decisão que liberou a feira.

A POLÊMICA
Em abril, a D.D Feiras e Eventos protocolou pedido na prefeitura para realizar a feira, mas a prefeitura negou porque já tinha ocorrido uma feira nos mesmos moldes no primeiro semestre, conforme estabelece uma lei municipal de 2010.

A empresa recorreu à Justiça, mas a juíza da 1ª Vara Cível Especializada em Fazenda Pública, Eloisa Helena Hernandez de Hernandez, com base na lei que limita a uma feira por semestre, por até cinco dias, negou liminar. A empresa recorreu ao Tribunal e Justiça e conseguiu uma liminar. No entanto, ao julgar o caso, na segunda-feira passada, a mesma juíza suspendeu o efeito da liminar e proibiu a feira.

No primeiro dia de feira, a prefeitura notificou os responsáveis para suspender a comercialização. No entanto, a D.D Feiras e Eventos obteve nova liminar no Tribunal de Justiça.

Na sexta-feira, o Corpo de Bombeiros fez uma vistoria no local a pedido da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e do Sindicato dos Lojistas (Sindilojas), constatou uma alteração no projeto encaminhado para obtenção do Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndios (PPCI) e cassou o alvará. No entanto, o problema foi resolvido, e o alvará restituído.


 
 

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