Direção quer ampliar número de empresas do Tecnoparque em Santa Maria - Diário de Santa Maria

Distrito Industrial11/02/2017 | 08h03Atualizada em 11/02/2017 | 11h10

Direção quer ampliar número de empresas do Tecnoparque em Santa Maria

Capacidade máxima do parque é de 60 empresas. Hoje, existem 14 em funcionamento

Direção quer ampliar número de empresas do Tecnoparque em Santa Maria Gabriel Haesbaert/NewCo DSM
Foto: Gabriel Haesbaert / NewCo DSM

Em funcionamento desde outubro de 2013, o Santa Maria Tecnoparque, entre altos e baixos, abriga, hoje, 14 empresas de pesquisa e desenvolvimento. Elas trabalham, principalmente, com tecnologia da informação, economia criativa (games, por exemplo), tecnologia vinculada à educação (edutech), inovação, simulação (como realidade virtual) e defesa (segurança). Apesar disso, mais da metade do espaço está ocioso, um problema que a direção do parque trabalha para resolver. A capacidade máxima é de 60.

Saiba quais são as empresas que fazem parte do Tecnoparque

A prefeitura de Santa Maria investiu cerca R$ 6 milhões entre doação de área, construção e apoio à operação no Santa Maria Tecnoparque. Ele está dentro do Distrito Industrial, na região oeste da cidade, e ocupa uma área com mais de cinco hectares. Os dois blocos construídos no espaço ocupam 4,8 mil m².

Foto: Gabriel Haesbaert / NewCo DSM

Conforme a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, as 1ª e 2ª etapas do bloco 1 do parque estão prontas. Ele tem 31 módulos para empresas com 25 m² quadrados. Além disso, salas para a administração, reunião, laboratórios, lancheria e auditório. A 3ª etapa, com 18 módulos, será construída após ocupação de, no mínimo, 80% dos que já estão prontos.

Santa Maria Tecnoparque começa a ser ocupado por empresas

O bloco 2, parecido com o bloco 1, está pronto e tem 48 módulos para empresas. Existe, ainda, espaço para restaurante e sala de reuniões. O bloco aguarda implantação do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI), já aprovado pelo Corpo de Bombeiros, para entrar em operação.

Santa Maria Tecnoparque está quase cheio de empresas

O problema no plano traçado pelo governo é que empresas de tecnologia, de acordo com o coordenador da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec), Tiago Bandeira Marchesan, trabalham com um quadro funcional enxuto, ou seja, dificilmente vão gerar um grande número de empregos.

– As empresas desenvolvem tecnologia, a partir de determinados tipos de plataformas, que podem ser computadores, para então apresentá-la a outro tipo de empresa, que produz para o mercado, por exemplo. Podem ser empresas de software, que disponibilizam o programa para uso de um cliente, e tudo é feito de uma pequena sala, com um quadro funcional pequeno. É diferente de uma indústria, por exemplo – explica Marchesan.

 
 

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