Quanto custam os 38 materiais mais comuns na lista da escola em Santa Maria - Diário de Santa Maria

Pesquisa06/01/2017 | 11h27Atualizada em 06/01/2017 | 11h27

Quanto custam os 38 materiais mais comuns na lista da escola em Santa Maria

Valores de cadernos, lápis e folhas variam bastante nas seis lojas visitadas. O preço da borracha, item mais barato, vai de R$ 0,25 a R$ 0,75

Quanto custam os 38 materiais mais comuns na lista da escola em Santa Maria Germano Rorato/Agencia RBS
Foto: Germano Rorato / Agencia RBS

Janeiro começa com uma série de gastos e de outras demandas que pesam no bolso do consumidor. Na lista de despesas confirmadas para o início do ano estão os materiais escolares. Fazer uma pesquisa prévia pode ser uma ferramenta para tornar a compra menos onerosa. Entre terça e quinta-feira, o Diário fez um levantamento dos valores de 38 itens que aparecem de forma recorrente nos pedidos feitos pelas escolas, como cadernos, lápis, blocos de folhas, tintas, lápis de cor, entre outros. Os materiais foram pesquisados em seis lojas diferentes, escolhidas de forma aleatória (veja abaixo). 

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Nos estabelecimentos, foi solicitado o menor e o maior valor de cada um dos produtos. Em alguns locais, havia apenas uma opção do material e, em outros, determinado produto estava em falta ou não era vendido.

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O item mais barato encontrado nas lojas é a borracha, que sai por preço mínimo R$ 0,25 e; máximo, de R$ 0,75. Ou seja, uma variação de 300%. 

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Os produtos mais caros são os lápis de cor. Uma caixa com 12 cores pode chegar a R$ 37,90. Itens como cadernos, canetas e lápis, que estão presentes em todas as listas de materiais, têm preços bastante diversificados nas lojas consultadas. 

Conforme os lojistas, as principais diferenças nos preços ocorrem em função da marca, da referência a personagens da moda, da quantidade e de outras especificações.

Segundo o administrador da Livraria da Mente, Fabio de Carvalho Rodrigues, o setor vem sentindo o baque da crise econômica assim como os demais segmentos do varejo. Em função disso, a opção neste ano foi não trabalhar com os fornecedores das marcas mais tops e caras, reduzindo as opções:

– Há marcas que tudo é igual, e as pessoas compram muito mais pelo personagem. A gente optou, por respeito ao consumidor, em trabalhar com três linhas: uma cara, uma média e a básica.

Em alta

Conforme a proprietária da Oficina das Cópias, Luana Bonoto, de forma geral, os itens escolares subiram em média 20% na comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, conforme Luana, algumas empresas chegaram a aumentar até 45% o preço dos produtos. 

– É bom já garantir, pois temos muitas mercadorias chegando. Aqui, eu estou mantendo os mesmos orçamentos até o dia 10 de janeiro, depois disso, já haverá novos preços nos produtos – explica Luana. 

No local, há um sistema de serviço diferente do tradicional: os pais podem enviar a lista de material dos estudantes, e a loja dá o orçamento. Além disso, depois de pronta a lista, os itens são identificados com o nome e os dados dos alunos. Em 2016, o estabelecimento "vendeu" 354 listas e, para este ano, a meta é chegar em 450.  


 
 

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