Prefeitura de Santa Maria quer economizar R$ 400 mil com aluguel de imóveis já neste ano - Diário de Santa Maria

Contenção de gastos13/01/2017 | 20h30Atualizada em 15/01/2017 | 15h06

Prefeitura de Santa Maria quer economizar R$ 400 mil com aluguel de imóveis já neste ano

Governo gasta R$ 1,8 milhão com prédios e estruturas fora do centro administrativo 

Prefeitura de Santa Maria quer economizar R$ 400 mil com aluguel de imóveis já neste ano Germano Rorato/Agencia RBS
Contratos de aluguéis serão revistos pela prefeitura. Um deles é o prédio que sedia a Superintendência de Proteção Social, bem ao lado do centro administrativo, a um custo de R$ 4 mil/mensais Foto: Germano Rorato / Agencia RBS

A intensidade dos cortes e das movimentações indicam que o prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobom (PSDB), está determinado a promover um amplo enxugamento da máquina pública. A mais recente ordem é a de revisar e, inclusive, de encerrar contratos de aluguéis onde a gestão tucana entenda que há má aplicação do dinheiro do contribuinte. 

Atualmente, há mais de três dezenas de prédios, salas e casas locados que sediam algum serviço do Executivo municipal. Juntos, somam quase R$ 1,9 milhão por ano. A ideia do prefeito é reduzir essa cifra em, pelo menos, 20%, o que representaria em uma economia de quase R$ 400 mil por ano.

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Ao longo da campanha eleitoral, o então candidato Pozzobom afirmou que promoveria uma ampla redução com esse tipo de gasto. Com a economia, o tucano quer garantir mais recursos à saúde. 

No entendimento de Guilherme Cortez, que está à frente da Casa Civil e da Gestão e Modernização Administrativa, há margem para os cortes. Ele cita como exemplo o pavilhão que sedia o projeto Natal do Coração – só ali são gastos R$ 9 mil por mês com o imóvel. A saída, somente para esse exemplo, já está encaminhada: a prefeitura deverá usar um pavilhão próprio sem qualquer custo ao município. Cortez dá mais um exemplo de onde a administração fará mais economia: no chamado centro administrativo regional de Camobi, lá o imóvel custa R$ 8 mil por mês.

– Vamos rescindir (os contratos) que são desnecessários no nosso entendimento. Obviamente que não haverá prejuízo a qualquer tipo de serviço. Estamos avaliando caso a caso para saber onde poderemos encerrar.

Nesse sentido, o prédio da SUCV – que abriga a Educação e a Cultura, Esportes e Lazer – pode vir a ter mais um andar a receber algum outro tipo de serviço da administração pública.

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Avaliação passa por todos

Cortez diz que a tarefa de se atingir a meta foi compartilhada com todos os secretários. Os maiores gastos e a necessidade de uma revisão estão concentrados junto às secretarias de Saúde e de Desenvolvimento Social. 

Na gestão de Cezar Schirmer (PMDB), o peemedebista queria fazer uso do prédio abandonado da Rio Branco para colocar praticamente toda a estrutura administrativa. Mas, o alto custo – a conclusão da estrutura teria um preço de R$ 10 milhões a R$ 15 milhões – somado ao impasse judicial que cerca o edifício inviabilizou com que a ideia prosperasse. Pozzobom, no momento, não acena com a possibilidade de buscar um desfecho para o prédio.






 

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