Bancada gaúcha cobra mais verbas para duplicação das BRs de Santa Maria, mas dinheiro está escasso - Diário de Santa Maria

Travessia urbana13/09/2016 | 21h27Atualizada em 13/09/2016 | 21h28

Bancada gaúcha cobra mais verbas para duplicação das BRs de Santa Maria, mas dinheiro está escasso

Há risco de que a obra pare ou fique a passos de tartaruga

Bancada gaúcha cobra mais verbas para duplicação das BRs de Santa Maria, mas dinheiro está escasso Jerônimo Goergen / Divulgação/Divulgação
Deputados e senadores gaúchos tiveram reunião com o ministro dos Transportes, Maurício Quintella (ao centro, de camisa branca) Foto: Jerônimo Goergen / Divulgação / Divulgação

Em reunião da bancada gaúcha em Brasília com o Ministério dos Transportes, na noite desta terça-feira, os deputados e senadores receberam má notícia em relação às obras de duplicação da travessia urbana de Santa Maria e também da BR-116, de Guaíba a Pelotas.

O senador Lasier Martins (PDT) falou ao Diário que o ministro dos Transportes, Maurício Quintella, anunciou haver pouquíssimas verbas, que serão só para obras já iniciadas e para evitar que elas parem em 2017. 

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O deputado federal Jerônimo Goergen (PP), que pediu a reunião com o ministro, disse ao Diário que o cenário é bastante preocupante.

– Não tem dinheiro. Essa que é a verdade. O governo vai fazer as coisas só para as obras irem andando e evitar que parem, mas o dinheiro disponível é muito abaixo da necessidade das obras, que podem levar cinco a seis anos – disse.

Segundo ele, para a duplicação em Santa Maria, ainda há disponíveis R$ 7 milhões até o final deste ano, sendo que seriam necessários R$ 20 milhões para evitar que a obra pare. 

– Para a travessia de Santa Maria, há verba só até outubro. Vamos tentar mais dinheiro para evitar que ela pare em novembro e dezembro – diz Goergen.

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Por isso, a bancada gaúcha marcará reunião para pressionar o Ministério do Planejamento em outubro, na tentativa de liberar mais verbas para este ano e para 2017. No orçamento do ano que vem, estão previstos R$ 39,8 milhões, o que é metade dos R$ 80 milhões pedidos pelo Dnit. Se vier só o que está previsto no Orçamento, a obra ficará a passos de tartaruga em 2017 ou corre até o risco de parar.

– A pressão tem de continuar e ser ainda maior, mas agora sobre o Planejamento, pois o ministro dos Transportes não tem autonomia orçamentária – disse Goergen, que defende a inclusão da obra da segunda ponte do Guaíba em um projeto de concessão à iniciativa privada para liberar verbas para as demais duplicações de BRs no Estado.

 

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