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Tradição06/03/2017 | 11h19Atualizada em 06/03/2017 | 11h19

Brique da Vila Belga celebra dois anos de domingos mais coloridos

Atividade dominical acontece quinzenalmente e recebe expositores e atrações culturais

Brique da Vila Belga celebra dois anos de domingos mais coloridos Lucas Amorelli/New Co DSM
Foto: Lucas Amorelli / New Co DSM

Comprar, vender, trocar, provar culinária artesanal, ouvir boa música, além de encontrar objetos raros ou produzidos aqui. Tudo isso em um dos patrimônios históricos e culturais do Coração do Rio Grande. Esses são alguns dos atrativos do Brique da Vila Belga, atividade dominical realizada quinzenalmente desde 2015, e que já ganhou espaço na agenda de quem mora em Santa Maria.

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A primeira edição de 2017, realizada ontem, celebrou os dois anos do evento. A chuva do domingo pela manhã fez com que expositores e visitantes retornassem timidamente à atividade, mas quem foi encontrou as atrações já tradicionais do evento. 

Foto: Gilvan Ribeiro / Especial

Para o artesão Kalu da Cunha Flores, um dos organizadores do Brique, o balanço dos 24 meses de atividade é muito positivo.
– O Brique se tornou uma vitrine para pessoas empreendedoras experimentarem e apresentarem suas produções. Muitos começaram aqui e, hoje, já têm seus empreendimentos fora – conta Kalu.

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Motivados pelo sucesso das vendas na Vila Belga, os expositores Ébano Di Giacomo, 31 anos, que vende chapas ilustradas, e Marcela Kamphorst, 25, responsável por um brechó, abriram empreendimentos próprios, fora do brique. Porém, ambos afirmam que não vão deixar de participar dos encontros quinzenais.
– É daqui que consigo minha renda principal. Além disso, aqui conhecemos pessoas, fazemos contatos e temos uma baita vitrine para o trabalho. Por isso, vou seguir expondo aqui mesmo tendo uma loja – explica Ébano.

Foto: Lucas Amorelli / New Co DSM

Marcela, além de empreender, passou a morar na Belga. Devido às boas vendas das roupas, ela e o namorado, João Azambuja, 30 anos, alugaram um imóvel onde residem e atuam no brechó Broto Maroto.
– O pessoal gosta da proposta de moda retrô e vintage e, cada vez mais, o público se demonstra interessado em peças exclusivas. Também é uma forma consciente de comprar – acredita Marcela.

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Foto: Lucas Amorelli / New Co DSM

Desde o início

A cuidadora de idosos Joana Maria Ribas, 58 anos, viu o brique começar. Ela conta que a ideia surgiu por acaso, quando uma de suas vizinhas falou sobre a vontade de criar uma feirinha de exposições. Joana diz que foi ela quem sugeriu o nome para o evento.
– O Brique veio para animar o povo, pois a cidade sofria muito com a tragédia pela qual todos passamos. A nossa ideia veio para unir a população – salienta Joana.

Foto: Lucas Amorelli / New Co DSM

Moradora da Vila Belga há 38 anos, Liane Maria Santos de Oliveira, 65 anos, observa de sua janela a movimentação do evento e confessa adorar a atividade.– O brique veio dar vida à Vila Belga. Antes, as ruas eram vazias e tristes. Hoje, as pessoas voltaram a transitar por aqui. O evento trouxe avanço, comércio, segurança, enfim, é uma atividade maravilhosa – conclui.

 
 

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