VÍDEO: "sou feminista e bato no peito", diz Valesca Popozuda que sacudiu os foliões no Carnaval do ATC - Cultura e Lazer - Diário

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Carnaval26/02/2017 | 15h07Atualizada em 26/02/2017 | 17h43

VÍDEO: "sou feminista e bato no peito", diz Valesca Popozuda que sacudiu os foliões no Carnaval do ATC

Funkeira se apresentou na madrugada de domingo em um show repleto de sensualidade e carisma

VÍDEO: "sou feminista e bato no peito", diz Valesca Popozuda que sacudiu os foliões no Carnaval do ATC Fernanda Ramos, Diário de Santa Maria/
Foto: Fernanda Ramos, Diário de Santa Maria
Pâmela Rubin Matge
Pâmela Rubin Matge

pamela.matge@diariosm.com.br

A exuberância de uma das mais populares funkeiras do Brasil vai além das curvas e do próprio nome artístico Valesca Popozuda. Quem esteve no Carnaval do Avenida Tênis Clube, na madrugada deste domingo, foi testemunha: a carioca deu show de autenticidade e carisma. 

Em sua primeira vinda a Santa Maria, chegou acompanhada de dançarinos, fez coreografias e levantou centenas de foliões que cantavam em coro sucessos como Agora eu Tô Solteira, Late Que Eu To Passando, Eu Sou a Diva Que Você Quer Copiar e a conhecidíssima Beijinho no Ombro

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– O meu trabalho com o Sul já vem desde a Gaiola das Popozudas (grupo que participava com outras dançarinas). Sempre sou recebida com carinho, amor e calor, o que faz que eu me sinta em casa – revelou a cantora à reportagem do Diário, minutos antes de se apresentar.

Desde as 3h32min, quando pisou no palco até o fim do show, que durou cerca de uma hora, não faltaram surpresas. Durante a apresentação em que usou maiô e salto alto, também vestiu a camiseta do Bloco Nagandaya e entoou sucessos do sertanejo universitário, marchinhas, músicas da Xuxa e outros hits do funk. Já no final, por cerca de 10 minutos, desceu do palco para autógrafos e selfies em que ela mesma segurava o telefone dos fãs. 

Na voz e na atitude de Valesca, 38 anos, o funk e feminismo chegam juntos para abordar o direito à liberdade sexual, a igualdade e a luta por direitos. A propósito, já foi muitas vezes mencionada como musa do movimento feminista e LGBT:

– Tudo que eu canto é verdade, canto com clareza e as mulheres se identificam. Não tenho meio termos, ou é, ou não é. Venho crescendo no meio das mulheres, mulheres guerreiras, determinadas... E eu sou assim. Também venho de um útero feminista. Sou feminista e bato no peito.

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Na apresentação no ATC, fez jus ao trecho "não sou covarde já tô pronta pro combate" e chamou a atenção para o sexo com responsabilidade e o orgulho de ser mãe e mulher.

Em 2014, a funkeira ganhou repercussão nas redes sociais depois que um professor de filosofia de Brasília, referiu a cantora como "grande pensadora contemporânea" em uma prova a alunos do Ensino Médio. Em 2016, lançou o livro Sou Dessas, em que fala sobre suas experiências de vida, gravidez, o tempo em que trabalhou como frentista antes de se tornar cantora e outros detalhes da vida pessoal e profissional.
Seu último lançamento é a turnê nacional Pimenta, nome de sua nova música e clipe já disponível em seu canal no YouTube

O Diário fez uma transmissão ao vivo, pelo Facebook, durante a segunda parte do show da cantora. Confira, abaixo:


 
 

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