Velha Cortesã lança EP "Show do Mundo" - Cultura e Lazer - Diário

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Quarteto do rock18/12/2016 | 20h30Atualizada em 18/12/2016 | 20h30

Velha Cortesã lança EP "Show do Mundo"

 Registro da banda santa-mariense conta com cinco faixas autorais

Velha Cortesã lança EP "Show do Mundo" Joelison Freitas/Divulgação
Foto: Joelison Freitas / Divulgação

Se você é ligado em produção autoral local, já deve ter visto passar pela sua timeline o anúncio de Show do Mundo, primeiro EP da banda Velha Cortesã. Ancorado em cinco composições próprias, o trabalho é um reflexo do processo de amadurecimento dos integrantes, estudantes universitários que se conhecem desde os tempos de escola.

— Pensamos o EP com as quatro músicas que tínhamos desde o início da banda e que estavam bem redondas. Mas, ainda tínhamos a Show do Mundo, e, por gostar muito dela, queríamos vê-la gravada de alguma maneira. Mas era muito comprida, tinha muita letra, poderia ficar enjoativa. No fim, com a ajuda do Leo (Mayer, produtor do trabalho), conseguimos fazer uma versão acústica, e a música meio que virou uma ligação das outras. Ela encerra o EP falando sobre caos, desilusões, como se fosse mesmo um ponto final para todas as outras canções — explica o guitarrista Guilherme Denardin Gabbi.

Com influência forte do rock setentista, os meninos da Velha Cortesã começaram cedo a trilhar o caminho dos palcos. Guilherme e o baterista Felipe Hoppe Rossini se conheceram e começaram a se interessar por música ainda no Ensino Fundamental, época em que também tiveram o primeiro contato com o vocalista e guitarrista João Pedro Lima da Costa. O tempo passou, e João e Guilherme foram colegas no Ensino Médio. O Felipe, em outra escola, acabou conhecendo o baixista Vagner Mateus Funck. No meio do caminho, outro músico fez parte da banda, mas acabou deixando o grupo quando o desejo dos guris de investir no autoral falou muito, muito alto.

— Com essa formação atual, por volta da metade de 2014, as músicas autorais foram surgindo. Eu compus quatro canções, e o João veio com a ideia da letra de Show do Mundo. Trabalhamos nas melodias, mas, na banda, não existe um letrista principal, todo mundo escreve e se ajuda — acrescenta Guilherme.

Quando ainda não haviam se aventurado pelos palcos da cidade, em meados de 2013, os guris resolveram mostrar o resultado dos ensaios no Boteco do Rosário, durante uma noite de palco livre. Mas, para isso, precisavam de um nome, que, até então, não existia.

— Fizemos enquetes, votações e surgiu muita abobrinha, muita coisa nada a ver. Quando a gente já não sabia muito o que fazer, o Vagner disse que leu um livro que falava em uma cortesã. Nós achamos legal, pensamos em umas variações e chegamos na "velha", que conversa com as influências que a gente tem dos anos 1960 e 1970. Daí, ficou Velha Cortesã — conta o guitarrista.

Para a realização do primeiro grande sonho da rapaziada, além de Leo Mayer, abraçaram a ideia a artista visual Vivi Costa, que fez a arte do EP e o saxofonista Luís Silva, que topou participar da gravação da música Adelaide.

Agora, além de badalar o lançamento e trabalhar na agenda de shows, os guris estão engordando a caixinha onde guardam os cachês para conseguirem produzir um disco físico — por enquanto, o EP está disponível apenas na internet, caminho mais fácil para ganhar os ouvidos de todo mundo.

 
 

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