Noite do Orgulho Negro e baile Charme e Funk ocupam o Boteco do Rosário - Cultura e Lazer - Diário

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Consciência negra14/11/2016 | 08h15Atualizada em 14/11/2016 | 08h15

Noite do Orgulho Negro e baile Charme e Funk ocupam o Boteco do Rosário

Evento faz parte da programação da 28ª Semana da Consciência Negra de Santa Maria

Noite do Orgulho Negro e baile Charme e Funk ocupam o Boteco do Rosário Facebook/Reprodução
A DJ Negra My promete um resgate do melhor da black music das décadas de 1970, 80 e 90, além de muito funk Foto: Facebook / Reprodução

Santa Maria também é negra e com orgulho. E, como tradicionalmente ocorre, ano após ano, novembro chega para enegrecer os quatro cantos da cidade durante a programação da Semana da Consciência Negra de Santa Maria, que chega a sua 28ª edição.

Promovida a muitas mãos, a iniciativa tem o objetivo de ocupar as ruas, espaços públicos, educacionais e culturais, periféricos e centrais, para chamar a atenção da luta contra o racismo e evidenciar a história e a riquíssima cultura do povo negro. A Produtora Cultural Pondá Assessoria, o Coletivo Ara Dudu, a Comunidade de Terreiro Ilê Ossanha Ague e o produtor cultural e ativista Nei D´Ogum, juntamente com uma série de artistas e movimentos sociais locais, uniram forças para fazer a coisa toda acontecer.

Ontem, rolou o lançamento do documentário Negressencia — Mulheres Cujo Filhos são Peixes. A produção, que tem direção de Manoel Luthiery, foi exibida no Teatro Caixa Preta. Dando continuidade às atividades, a programação de hoje promete ser um tombaço. A partir das 21h, o Boteco do Rosário (Rua do Rosário, 400) recebe a Noite do Orgulho Negro. Conforme Isadora Bispo, uma das organizadoras da Semana da Consciência Negra, na ocasião será entregue a comenda Luiza Mahin, honraria conferida a negras e negros de destaque na comunidade santa-mariense pelo trabalho desenvolvido em favor do movimento negro e da melhoria das condições de vida dos afro-descentes.

Na mesma noite, a estética negra será evidenciada pelo desfile Belas e Belos do Ébano, uma alusão ao concurso de mesmo nome realizado em anos anteriores. Na passarela, homens e mulheres indicados por diferentes segmentos do Movimento Negro não somente pela beleza estética, mas, também, pelo trabalho de empoderamento da comunidade negra local.

Engana-se quem pensa que a função para por aí. Logo na sequência, rola o 1º Baile Charme e Funk. Na discotecagem, a DJ Negra My, que fará um resgate do melhor da black music das décadas de 1970, 80 e 90, além das batidas do funk.

— Realizar este baile é trazer o elegante negro, visto no swing, na identidade da nossa raça e nossa cor. É para tombar! — comenta Isadora.

Os ingressos para a festa custam R$ 10 (público geral) e R$ 5 (meia-entrada).     

 
 

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