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Nada convencional19/08/2014 | 21h47

Festival pioneiro reúne arte, ciência e tecnologia na UFSM e na internet

Programação conta inúmeras exposições e workshops relacionados a arte digital

Festival pioneiro reúne arte, ciência e tecnologia na UFSM e na internet mostrafactorswordpres/Reprodução
Foto: mostrafactorswordpres / Reprodução

Um encontro da arte com a tecnologia e a ciência, onde o público é envolvido em experiências que fogem do convencional. Assim pode ser resumido o pioneiro Factors 1.0, que começa hoje e segue até sexta-feira em Santa Maria. Além de exposições, o primeiro Festival de Arte Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul conta com inúmeras oficinas e workshops. O evento integra a programação do 9º Simpósio de Arte Contemporânea promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFSM.

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Conforme a Doutoranda em Artes Visuais e uma das coordenadoras do Factors 1.0 Débora Aita Gasparetto, o festival engloba diferentes linguagens de arte digital como nanoarte, webarte, vídeoarte, fotografia e realidade aumentada.

_ É o primeiro festival produzido por pessoas do estado. Em Porto Alegre já ocorreu o FILE, o Vivo Art Mov, mas ambos eram festivais que vinham de fora. Este é um festival produzido por pessoas daqui, mas com inserção nacional e internacional. Recebemos obras de artistas como Vuk Cosic (Belgrado, Sérvia), e Rebecca Uchill (Cambridge, EUA).

Débora explica que, além de fomentar a produção, um dos objetivos do festival é ser "um dos lugares da arte digital no Brasil", à medida que, segundo ela, este tipo de produção artística circula pouco por espaços tradicionais como museus e galerias. Enquanto o simpósio, que ocorre em Santa Maria desde 2006, proporciona palestras e discussão sobre temas como aproximação com o público, preservação e distribuição, o Factors visa construir espaços de produção de arte digital por meio de oficinas e workshops. Para participar é necessária a inscrição no simpósio, que pode ser feita até o início do evento e tem valor de R$ 30.

Débora ressalta que a UFSM conta com um programa de pós-graduação com uma linha de pesquisa específica em arte e tecnologia. Ou seja, essa é uma bela oportunidade para tornar estas linguagens mais próximas de um público mais amplo e instigar mais artistas a descobrir a arte digital.

_ As oficinas e workshops envolvem projeções mapeadas, animação, desenvolvimento de apps, interatividade em imagem e som e a exploração dos softwares livres para criar arte em interface com estas tecnologias _ explica Débora.

As exposições são abertas ao público e se concentram no Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM. Além disso, haverá uma mostra on-line que terá participação de artistas como Fred Forest. Nascido em Máscara, na Argélia Francesa, ele é um dos pioneiros no uso do vídeo em suas obras e já participação da bienal de São Paulo.
_ Estas obras exigem a participação corporal do público e interatividade, sem dúvida, não vai faltar _ adianta Débora.

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